23.5.06

inquietações (segundo acto)

carrilho disse e repetiu que cumprimenta pessoas se a câmara estiver ligada, mesmo contra a sua vontade, mas que o não faz em privado, se a pessoa não lhe merecer consideração. ou seja, o deputado declara que se disponibiliza para ser falso em público, mas que é genuíno em privado. achei estranho ninguém lhe perguntar algo do género: "acha mais grave bater na sua mulher na rua, à frente de toda a gente, ou no recato da cozinha lá de casa?"

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