22.2.07

insegurança

escrevo do aeroporto do porto. a segurança parece apertada mas passo a mala do computador com um frasquinho de gotas para os olhos lá dentro. pelas regras seria impossível, mas ninguém me pediu sequer explicações. além desta, ainda há dias, numa viagem com um amigo, este me dizia que havia passado na máquina do desespero (aquela que nos faz esperar em longas filas até ao embarque), com um corta charutos no bolso. será preciso dizer mais?

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